A penosa doutrinação modernista no futebol brasileiro

Falar em Futebol Europeu vem logo na nossa mente tudo de ruim que existe no esporte. É impressionante como os caras possuem todos os elementos INIMIGOS do bom futebol. Alguns jogos de mata-mata nacionais ainda salvam, porém o resto, bastam 5 minutos em frente a televisão para bater a vontade de desligar e ir embora.

Triste ainda é perceber que a torcida aqui no Brasil para esses clubes de fora só cresce, deveras “justo”, visto que a nossa mídia exerce uma covarde doutrinação de modernização do futebol, enfiando na cabeça do povo uma realidade que não é nossa. Continuando assim, o cenário futuro não é nada animador, já que os pais, inimigos da bola hoje, influenciarão seus filhos a seguirem o caminho nojento do futebol. Reflexo de uma geração que tem como referência os punheteiros do Tiago Leifert, Carlos Cereto, Raphael Rezende, Carlos Eduardo Lino, e etc.

Todos os acima citados, e vários outros que agora não lembro, são merecedores do 7×1 e responsáveis por essa interminável página sombria que vem sendo escrita no futebol brasileiro. E não estou fazendo ofensas gratuita, tirem um tempo para acompanhar esses ”jornalistas” nas redes sociais ou em alguma mesa-redonda e ficará fácil perceber a tenebrosa criminalização dos torcedores organizados, das festas nas arquibancadas, o repúdio a um jogador que tira a camisa ou dá uma entrevista polêmica.

Para eles, sinalizador é sinônimo de festa, de uma vibração válida da torcida, desde que não seja aqui no Brasil, lógico, mas caso seja, a história já é outra, somos vagabundos, bandidos e indignos de sermos taxados como torcedores, já que para eles, o único modo de torcer é como um espectador de teatro, conforme o manual moderno. Fácil notar que têm comprometimento com tudo, exceto com a verdade e sensatez.

Apesar do título do texto, não acredito em uma doutrinação proposital, prefiro crer em algo involuntário, fruto da burrice ou má-fé que os pseudo jornalistas demonstram, achando que o povo é louco.

Logo, cabe a nós barrarmos essa crescente ofensiva modernizadora que toma conta do nosso esporte, rebatendo e criticando os irresponsáveis, fazendo SIM as festas dentro dos estádios, disseminando o que é o futebol brasileiro raiz, que vai voltar a ser protagonista na base da RAÇA.

Texto: Felipe Cavalcante

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