Allejo: a história do craque eterno

Bem confrades, hoje a crônica será sobre o maior jogador brasileiro de todos os tempos, Allejo, que foi um personagem fictício da Konami. Há muitas histórias sobre tal mito, mas agora a menos verídica será apresentada para vós.

Allejo

Maranhão, 1993 – Nesse ano estreava no futebol profissional o eterno Camisa sete da nossa seleção, que encantou a todos no International Superstar Soccer, e nada mais justo que uma estréia no Dérbi do Bico do Papagaio: Imperatriz x JV Lideral. O nervosismo não tomou conta do atleta que fez oito gols, deu seis assistências e evitou a derrota da equipe imperatrizense pois pegou dois pênaltis e fez uma defesa difícil nos acréscimos, o jogo terminou com o placar de 14×13 para o clube de Allejo, que terminou o campeonato maranhense do ano de 93 com 132 gols. Com essa atuação o atleta logo chamou a atenção da mídia e de clubes estrangeiros.

No ano seguinte, transferiu-se para o Rayo Valecano, onde atuou por dez anos e acumulou pelo clube espanhol vinte campeonatos nacionais, sete copas da Itália e nove recopas alemãs, contudo, nunca conquistou uma Champions, mas isso não o impediu de ser campeão mundial doze vezes pela equipe, pois como todos sabemos, não é necessário ser campeão continental para se credenciar à tal competicao. Apesar de tantos títulos, Allejo se notabilizou mesmo foi por seus 7854 gols enquanto atuava na Europa, sendo muitos de bicicleta e o mais notável foi na final do mundial de 2001 contra a Chapeconse, quando o avançado brasileiro chutou contra a própria meta, acertou a trave depois a bola atravessou o campo e encobriu o goleiro adversário.

Allejo melhor do mundo

Você deve está pensando que não haveria mais espaço para mitagens do craque, engana-se confrade, a trajetória de nosso herói na seleção também foi mágica, mesmo nunca tendo disputado uma copa do mundo. Em 1994, o então técnico canarinho resolveu não convocar o craque, pois disse que ele não estava pronto para tal, com isso não pode ser campeão mundial. Já em 1998 foi até convocado, mas na preparação da seleção, Allejo fez a maior orgia que a Granja Comary já presenciou, onde relatos apontam que ele foi visto com cinco mulheres, um traveco e duas girafas entrando no dormitório, com isso o atacante foi dispensado permanentemente da seleção, uma pena pois a final contra a França poderia ser diferente. Mas enquanto jogou pela seleção fez mais de 700 gols e quase não perdeu, pois jogou mais amistosos (Parece ate o Dunga).

Depois de ganhar status de estrela, voltou para o Imperatriz em 2014, onde se aposentou pouco antes da copa, uma pena, pois se a sua suspensão fosse revista e ele fosse convocado, provavelmente a semifinal contra a Alemanha seria 8×7, pois como Allejo já estava em fim de carreira não conseguiria defender os sete gols alemães. Além dos títulos citados acima, o atacante ainda conquistou dez bolas de ouro (sendo duas no mesmo ano, 2001), nove vezes o melhor da América do Sul, sete vezes o melhor da galáxia, duas vezes campeão da NBA, uma da NFL e duas medalhas olímpicas na natação. Mas o que marcou mais ainda foi seus incontáveis gols no vídeo game na década de 1990. Com isso terminamos esse texto com um questionamento: Allejo foi melhor que Pelé mesmo não pegando a Xuxa?

Allejo

P.S.: Allejo agora é dono de um prostíbulo no interior do país, onde vende também panelada no almoço. Em suma, ele era CL pra carajo e não mereceu o 7×1.

Texto: Pedro Weverton

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