CHI CHI CHI LE LE LE, VIVA VIVA CHILEEEE

Chile vence a Argentina nos pênaltis e é campeão da Copa América Centenário após 0 a 0 no tempo normal

Chile festeja conquista da Copa América Centenário (David Fernandez/EFE)

¡Hola, Amigos! El título del campeonato es la consagración para cualquier gran jugador de fútbol. Cuando se gana un par de veces seguidas de una de las mejores equipos del mundo, la victoria pone a sus ídolos en el cielo. El triunfo de Chile puso a sus jugadores a los más grandes del país, una tierra con grandes héroes en el fútbol como Ivan “Bam Bam” Zamorano, “Don” Elías Figueroa y Marcelo “El Matador” Salas.

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Um roteiro dramático consagrou heróis, elegeu vilões e mostrou como o futebol nem sempre deve ser justo. O time com melhor campanha, com o maior astro do futebol mundial na atualidade foi batido e saiu derrotado de campo após um jogo que consagrou a maior geração do futebol chileno. Uma história que repete o que aconteceu há um ano, quando após um empate em 0 a 0 no tempo normal e uma vitória na decisão por pênaltis, deu a seleção chilena o título da Copa América.

Quando todos esperavam o protagonismo de Lionel Messi, dois coadjuvantes, um chamado Eduardo Vargas e o outro Alexis Sanchez, conseguiram levar a sua seleção ao final feliz. Vargas foi o artilheiro do torneio – com seis gols marcados—, enquanto Sanchez foi eleito o melhor jogador. Isso sem esquecer-se de outro grande personagem, Claudio Bravo foi decisivo nessa grande final que terminou sem gols, levando ainda o prêmio de melhor goleiro do campeonato.

No palco de Nova Jersey os espectadores acompanharam um jogo que foi decidido nos detalhes. Os argentinos dependiam muito do seu principal astro, que mostrava a habilidade e velocidade de sempre em seus solos, dando esperança de que a qualquer momento em um lampejo de genialidade decidiria a partida. O Chile era o conjunto, o entrosamento de um elenco muito bem ensaiado, onde cada um conhecia o seu papel em campo. A armadilha dessa trama estava feita, com a Argentina não conseguindo trocar passes e sendo totalmente envolvida pela forte marcação e organização tática chilena.

Mais de 82 mil espectadores assistaram a festa chilena (Reprodução/ site Conmebol)
Mais de 82 mil espectadores assistaram a festa chilena em Nova Jersey (Reprodução/ Site Conmebol)

A seleção alviceleste começou a partida com tudo, e antes da metade do primeiro tempo já tinha assustado com Banega em um chute forte de fora da área. Logo depois Messi cobrou falta que acabou nas mãos do goleiro Bravo. Aos 20min, assim como em 2015, Higuaín conseguiu mais uma vez perder um gol incrível. Em um lance cara a cara com Bravo, finalizou dando uma cavadinha e a bola caprichosamente passou ao lado da trave. Os Hermanos dominavam o jogo, enquanto o Chile tentava encaixar um contra ataque. Aos 27min, ainda no primeiro tempo, a situação dos chilenos piorou ainda mais, quando o árbitro brasileiro Héber Roberto Lopes, deu o segundo cartão amarelo para Díaz, deixando La Roja com apenas 10 jogadores em campo.

O intervalo foi crucial para Juan Antônio Pizzi, o treinador conseguiu acertar seu time para o segundo tempo, equilibrando a marcação e conseguindo permanecer com mais posse de bola. Logo no início Vargas finalizou bem, assustando o goleiro Romero. Depois foi a vez de Isla chutar de fora da área, mas a bola passou raspando a trave argentina. O ritmo caiu muito na segunda etapa, ambos os times começaram a demonstram muito cansaço. Mesmo assim, na base da raça, Vargas e Agüero ainda perderam chances de decidir o jogo para suas equipes. O lateral Rojo ainda foi expulso, igualando o número de jogadores em campo pelos dois times para o tempo extra.

Na prorrogação o jogo seguia muito disputado. Mais uma vez Agüero esteve perto de marcar, mas foi bloqueado pela defesa chilena. O Chile também teve sua chance nos pés de Vargas, mas Romero fez grande defesa. Aos 9min, ainda no primeiro tempo, Claudio Bravo fez uma defesa espetacular após cabeçada de Kun Agüero, a bola ainda deu um leve toque no travessão. No segundo tempo da prorrogação, a seleção argentina ainda tentou pressionar os chilenos, mas não conseguiu reverter seu domínio em gols.

Após 30min de muita luta em campo, veio a decisão por pênaltis. Os maiores astros de cada time começaram desperdiçando suas cobranças, Vidal teve sua cobrança defendida por Romero, e Messi isolou para longe seu chute. A série seguiu com todos os jogadores convertendo suas cobranças até que Bravo defendeu a penalidade de Biglia. O ato final ficava por conta do chileno Silva, o jogador bateu forte no canto esquerdo e ajudou sua seleção à conquistar pela segunda vez consecutiva o título mais importante do nosso continente, Chile bicampeão!

O choro do gênio

Não importa qual seja o jogo, quando Lionel Messi entra em campo, sempre será o centro das atenções. Nessa partida ele poderia ter finalmente apagado o seu estigma de não ter títulos pela seleção principal da Argentina, além de tirar a seu país de um jejum de 23 anos sem títulos. Ontem não foi diferente, mais uma vez Messi roubou a cena, perdeu pênalti e enquanto seus adversários comemoravam a vitória, sentou sozinho no banco de reservas para chorar sua derrota, uma tristeza muito pessoal, por não ter dado ao seu país algo que muito lhe era cobrado.

Na saída do estádio, ainda no calor da derrota, o jogador declarou que estaria se aposentando de sua seleção. É possível que ele ainda reveja essa decisão precoce, mas vale à análise de que os repetidos insucessos desgastaram muito o craque argentino onde, finalmente, é aclamado por sua torcida.

Messi perde pênalti e diz que irá se retirar da seleção argentina (David Fernandez/EFE)
Messi perde mais uma decisão e diz que irá se retirar da seleção argentina (David Fernandez/EFE)

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¡Hasta luego!

 

 

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