A dor da mulher que denuncia um jogador: “Disseram que eu só queria dinheiro”

Após ser detido por 12h, Juninho deixa delegacia sorrindo (Nando Chiappetta/Diário de Pernambuco)
Após ser detido por 12h, Juninho deixa delegacia sorrindo (Nando Chiappetta/Diário de Pernambuco)
Por Diego Borges e Iris Costa, PE

Em outubro deste ano, o atacante Juninho, do Sport, ficou detido por 12 horas na Delegacia de Defesa da Mulher, no Recife, onde respondeu a acusações de injúria, agressão e ameaça contra a ex-noiva. Foi liberado com um sorriso escancarado no rosto após pagamento de R$ 10 mil como fiança. Por outro lado, sem sorrisos, X., a vítima de Juninho, tenta retomar a sua rotina.

Sem distinção de clube, região ou nível de profissionalização, jogadores se tornam personagens principais em casos de agressões contra mulheres por todo o país. Mais um reflexo da cultura machista que ainda há na sociedade, que subjuga em vários momentos a mulher. Por exemplo, o Brasil é o 5º colocado no ranking mundial de feminicídios, com 4,8 casos a cada 100 mil habitantes, segundo o Mapa da Violência. Tão alarmantes quantos estes, são os dados do Instituto Maria da Penha, exibidos no portal Relógios da Violência, que mostram que assédios físicos ou verbais contra mulheres acontecem a cada dois segundos no país. Ou seja, são cerca de 43 mil casos por dia e mais de 1,5 milhão por ano. Graças a Juninho, X. entrou para as estatísticas.

Quem é a vítima, afinal?

O ano de 2017 marcava o primeiro do atacante Juninho no quadro profissional do clube. No começo da temporada, se mostrou decisivo em alguns jogos pela Copa do Nordeste, mas caiu no ostracismo ao longo do ano. Com o técnico Vanderlei Luxemburgo, sequer havia jogado antes das acusações. No dia seguinte ao cárcere, contrariando a lógica, o atacante treinou normalmente e até voltou a figurar em seis partidas na Série A e Copa Sul-Americana. Em duas delas, inclusive, foi acionado como titular da equipe rubro-negra. O “recomeço” de Juninho não foi nada difícil, pode-se dizer. Segundo alguns colegas de equipe, o jovem de 18 anos apenas “passou por uma situação difícil e tem todo o apoio da rapaziada do Sport”, como disse o atacante Osvaldo à época.

A cúpula de dirigentes do Sport não se pronunciou sobre o assunto. Até mesmo o técnico Vanderlei Luxemburgo tratou de blindar o jogador. “Aqui não é assunto de polícia, é esporte. Essa parte fica lá fora”, ele disse. A atitude faz questionar: quem é a vítima, Juninho ou X.?

A estratégia surtiu efeito, e nas redes sociais, inclusive, alguns torcedores saíram em defesa do atleta e até em ataque contra a vítima. Até crianças pediam para posar em fotos com o atacante.

Quatorze dias após acusação, Juninho é tietado por criança (Pedro Galindo/Reprodução/TV Globo)
Quatorze dias após acusação, Juninho é tietado por criança (Pedro Galindo/Reprodução/TV Globo)

O lado da dor

Fora dos holofotes da mídia e do glamour do Sport, X., a jovem de 20 anos, conta como lida com a frustração de ser agredida pelo ex-parceiro. Entre palavras de apoio e de julgamento, ela narra como tomou a decisão de denunciá-lo e revela o fato de não se sentir surpresa em ser mais uma mulher a sofrer violência no Brasil.

CL: Como mulher, qual o sentimento que vem à tona por enfrentar uma situação de violência por seu parceiro?

X: Eu não vou dizer que é algo de muita surpresa porque a gente vê todos os dias casos de violência contra as mulheres na rua, escolas e dentro de casa. A minha maior surpresa foi por partir da pessoa que era praticamente casada comigo. Éramos noivos de aliança e morávamos juntos. A minha maior surpresa e decepção não foi a atitude, mas principalmente de quem partiu a atitude.

CL: Como você chegou à decisão de denunciar? Você sentiu dúvida? Teve medo?

X: Foram duas denúncias. Na primeira vez, realmente foi no impulso da raiva. Estávamos discutindo e ele foi muito agressivo. Pensei tipo: “Já que você fez isso, agora vai ver a consequência disso”, e enquanto eu denunciava, fiquei na dúvida. Depois a cabeça esfriou. Os policiais ainda estavam lá em casa. Depois de muitas conversas com os familiares dele e o empresário, resolvi deixar para lá e não fui até a delegacia. Eu estava com hematomas e os policias disseram que, como eu estava nitidamente machucada, ele seria preso. Foi quando apenas assinei um papel e liberei os policiais. Da segunda vez foi por necessidade, porque foi algo completamente feito de cabeça fria, que ele teve prazer em fazer. Não foi apenas tapas e socos. Ele chegou ao ponto de pegar uma faca. Como a coisa se agravou muito, eu fiz por necessidade e medo disso voltar a acontecer, de ele me procurar na rua. Porque foi isso que aconteceu, a gente não estava mais junto e se encontrou em uma festa em que ele mesmo disse que sabia que eu estaria lá. Tive medo dele seguir me procurando e daí fazer alguma coisa muito pior.

CL: Durante todo esse processo, em algum momento você se sentiu constrangida, com dúvidas? Alguém chegou a duvidar ou te acusar de ‘mentirosa’?

X: Durante o processo eu me senti constrangida em relação a boa parte dos fãs dele. Ele tem um fã-clube oficial e algumas pessoas tiveram o cuidado de me ligar e dizer que gostavam muito do trabalho dele, mas que não estava de acordo com aquela atitude. Disseram que, para o que precisasse, eu contasse com eles. [Ligaram] até para pedir desculpas, porque ele pediu para  fã-clube tirar todas as fotos que tinha comigo. Me pediram desculpas e disseram que só apagaram porque ele pediu. O empresário dele deixou muito claro que não estava de acordo em nenhum momento com isso. E outras muitas pessoas não vieram diretamente a mim, mas foram feitos comentários em redes sociais dizendo que era mentira minha, que eu era uma “maria-chuteira” e que só queria o dinheiro dele. Muitas pessoas pensam que os R$ 10 mil de fiança que ele pagou foi para mim. Alguns até brincavam: “queria eu levar um soco para ganhar R$ 10 mil”. Isso me deixou muito mal. Eu tinha vontade de chegar e explicar tudo para cada pessoa, mas eu não podia. E isso me deixou muito mal no começo.

CL: Mudou alguma coisa da tua rotina desde o início do processo? Alguém te julga de alguma forma?

X: A minha rotina mudou completamente. Muitas pessoas me conheciam através dele. Tudo dele era comigo. Redes sociais eram com minhas fotos e tinham meu nome em todos os  lugares. Em um dos jogos, até viajei para Salvador e quando cheguei lá algumas pessoas me reconheceram e vieram falar comigo. Tinha momento das pessoas me reconhecerem na rua. Na escola dos meus sobrinhos, que fica num bairro humilde, algumas pessoas me reconheceram e pediram para tirar foto comigo. Isso me deixava feliz porque as pessoas me viam na rua e me davam apoio. Mas eu ficava constrangida pela situação, porque eu não queria ser lembrada por aquele momento. Foi uma coisa que eu precisei ficar bastante presa, porque quando saía na rua, lembrava que as pessoas iriam me reconhecer, iriam falar e me questionar.

CL: E os amigos?

X: Eu não falava mais com minhas amigas. Ele bloqueou 90% as minhas amigas e não deixava eu falar com ninguém. Foi uma vergonha chegar até elas, abaixar a cabeça e pedir desculpas por ter me afastado, e contar o que aconteceu. Todas me apoiaram muito e me receberam de braços abertos. Estão comigo, me dando total apoio em tudo.

CL: Como ficou a relação com sua família?

X: Com minha família ficou mais próximo. O tempo que passei com ele, me afastei bastante da minha família porque ele era muito possessivo, ao ponto de ter ciúmes até da minha mãe. [Depois] com minha família foi uma coisa boa porque eu me aproximei muito deles. A minha única cautela é o meu avô, que sofre de alzheimer e é muito apegado a mim. Ele não sabe que isso aconteceu. Inclusive, na última semana, quando o caso voltou a ser notícia na televisão, ele me ligou e disse “minha filha, Deus lhe deu um livramento. Aquele seu ex bateu em uma mulher, ele passou na televisão. Graças a deus que você se livrou.”

CL: Claro que naquele dia da denúncia, você passou por muita coisa, mas como você sentiu a abordagem da imprensa? Se sentiu desrespeitada em algum momento? Existe alguma crítica à maneira como são veiculadas as notícias do caso?

X: À imprensa, eu só tenho o que agradecer. Todos foram nota mil comigo. Me respeitaram, respeitaram o meu momento. Quando dizia que não queria falar sobre alguma coisa, eles respeitaram, e vários até por fora das câmeras chegaram para falar comigo, para me dar apoio e palavras de conforto. Não tenho crítica nenhuma. Me respeitaram muito.

CL: Desde a denúncia do caso, o Sport adotou uma medida cautelosa em resguardar o seu jogador. Mas, de forma repentina, ele passou a ter mais oportunidades, até como titular. Como você enxerga essas atitudes do clube?

X: Não me assustou. No dia em que tudo aconteceu, o empresário dele conversou com o meu pai e disse, mais ou menos, o que iria acontecer porque ele entende de estratégia de futebol. Ele explicou o que iria acontecer para essa pessoa ser vendida ou emprestada rápido. Ele disse que não é um tipo de jogador que o clube tenha vontade de manter. Explicou que ele teria várias oportunidades, que iria aparecer mais, mas apenas com esse intuito.

CL: Você consegue acompanhar o Sport hoje?

X: Eu não acompanho mais depois que tudo aconteceu. Inclusive eu era torcedora do time e não consigo mais torcer. Não consigo mais assistir, não acompanho muito. Vi apenas os primeiros jogos, porque muita gente mandou mensagem de revolta, falando que ele estava  jogando, que era um absurdo. Houve um problema dele com uma torcedora, que vieram me falar que ele saiu fazendo gesto obscenos e palavrões para algumas torcedoras. E elas fizeram um protesto na internet. O que eu fico sabendo é só o que as  pessoas me mostram com revolta, para questionar.

 

A dor de X. é igual a várias outras mulheres. De agosto de 2003 até dezembro de 2017 foram 19 casos de denúncias de agressões, estupro e até assassinato por parte de jogadores. O caso de maior repercussão nacional envolve o goleiro Bruno (à época campeão nacional pelo Flamengo), condenado a 22 anos e 3 meses por matar e ocultar o cadáver da ex-companheira, Eliza Samudio, e também pelo sequestro e cárcere privado do próprio filho. Mas além de Bruno há outros.

Outros casos

Edmundo – Rio de Janeiro – Agosto de 2003

Adriana Sorrentino Borges de Souza, até então mulher do ex-atacante da seleção Edmundo, entrou com um pedido de separação na Justiça do Rio, após ter sido agredida pelo jogador. A vítima alega que o atacante a empurrou contra a parede, provocando hematomas.

Vampeta – Vitória –  Maio de 2004

Pentacampeão mundial com a seleção brasileira, o volante Vampeta, à época no Vitória, foi acusado de agressão pela ex-esposa, Roberta Soares. Em nota, a assessoria do jogador alegou que a mulher teria “se atirado no chão e batido a cabeça na parede”.

Marcinho – Flamengo – Julho de 2008

Marcinho, ex-meio-campista do Flamengo, foi acusado de agressão a garotas de programa no sítio do goleiro Bruno. De acordo com a denúncia realizada na Delegacia da Mulher, Marcinho se exaltou quando uma das mulheres se negou a manter relações sexuais com ele sem o uso de preservativos. Quando compareceu à delegacia, a mulher apresentou marcas de golpes nos braços.

Beto – Bahia – Abril de 2009

Beto, ex-atacante do Bahia, foi acusado de agredir a ex-namorada Célia Silva. Ela prestou queixa contra o jogador na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de Salvador. Segundo informações do próprio atleta, a briga começou depois que Célia lhe pediu dinheiro e ele negou. Beto teria, então, acertado um golpe na boca da mulher.

Marcelinho Paraíba – Sport – Novembro de 2011

Marcelinho Paraíba foi preso em 2011, junto com mais dois amigos, acusado de tentativa de estupro contra uma mulher. O caso aconteceu na granja do jogador na Paraíba. Marcelinho teria tentado beijar a vítima à força e diante da negativa teria puxado o cabelo da mulher.

Kleber – Grêmio – Fevereiro de 2012

Atual atacante do Coritiba, Kleber foi acusado pela mulher de agressão. Em depoimento, Débora afirmou que Kleber acertou um soco em sua cabeça. Após a discussão, a vítima pegou o celular do agressor e se escondeu no banheiro. Seu marido, ao perceber o que se passava, arrombou a porta do banheiro e atingiu a cabeça da vítima com um soco e um golpe no rosto.

Marcelinho Paraíba – Sport – Dezembro de 2012

O meia da Portuguesa Marcelinho Paraíba foi detido novamente em 2012, em sua granja, e encaminhado para a Central de Polícia sob suspeita de agredir a ex-mulher. Ela teria ido à granja do jogador para cobrar uma dívida referente à pensão alimentícia. Após discutirem, o atleta a teria agredido fisicamente. A vítima prestou queixa na Central de Polícia e foi submetida a exame de corpo de delito, que constatou escoriações leves.

Dudu – Dínamo de Kiev – Janeiro de 2013

Dudu, atual atacante do Palmeiras, foi preso em Goiânia suspeito de agredir a mulher e a sogra. O jogador foi liberado após pagar fiança no valor de R$ 12 mil. Segundo depoimento da esposa à Polícia Civil, ela foi agredida com socos na cabeça e puxões de cabelo após uma briga. Vendo a agressão, a sogra do atleta tentou defender a filha e acabou sofrendo escoriações no braço.

Jobson – São Caetano – Março 2013

O ex-atacante do Botafogo Jobson foi acusado de ter agredido sua mulher, que relatou à Guarda Civil Municipal que teria sido agredida durante uma discussão do casal. O jogador foi liberado pelo delegado titular após dar esclarecimentos.

Renan Donizete – Flamengo – Julho 2014

Renan Donizete, ex-meio-campista do Flamengo, foi acusado de lesão corporal e ameaça. O registro de ocorrência foi feito pela sua namorada após uma briga do casal. O desentendimento começou num bar depois que a moça começou a dançar. Longe dos amigos, ele teria apertado o pescoço da vítima e dado três tapas no rosto dela.

Carlos Alberto – Sem clube – Março de 2015

O ex-meia do Atlético-PR Carlos Alberto foi acusado por sua esposa de tê-la agredido no fim de 2014. Em fevereiro de 2015, teria quebrado o carro da mulher, que só então deu parte na polícia. O caso tramitou no VII Juizado de Violência Doméstica, na Barra da Tijuca.

Bernardo – Vasco – Junho de 2015

Bernardo, ex-jogador do Vasco, foi acusado pela ex-namorada de agressão. O advogado da vítima alegou agressões verbais e físicas, com lesões corporais leves, hematomas e ameaça de morte. Ela prestou queixa na delegacia da mulher.

Diguinho – Vasco – Junho de 2015

O volante Diguinho foi acusado de agredir uma mulher em uma boate da Barra da Tijuca. A moça disse que o jogador teria segurado o seu braço na boate. Na tentativa de se desvencilhar, caiu um pouco da bebida que estava com ela no rosto de Diguinho. O jogador teria reagido com chutes, socos e puxões de cabelo.

Dija Baiano – Volta Redonda – Março de 2016

Dija Baiano, meio-campo do Volta Redonda, foi acusado de agressão a uma mulher em uma casa noturna do Rio de Janeiro. O jogador flertava com a mulher até o momento em que ele encostou a mão nela. A vítima pediu para que ele tirasse, e, na sequência, o jogador teria dado um soco no rosto dela, provocando um corte com sangramento na região do nariz. Ele foi indiciado por lesão corporal e liberado após prestar depoimento.

Wescley – Ceará – Maio de 2016

Ex-meio-campista do Ceará, Wescley foi acusado de ter agredido a namorada grávida de três meses. O motivo da ação, de acordo com a prima da jovem, teria sido a criação de um perfil em uma rede social. A Delegacia de Defesa da Mulher em Fortaleza recebeu o caso.

Zé Carlos – CRB – Julho de 2016

Zé Carlos, atacante do CRB, foi acusado de agredir uma mulher em um bar em Maceió. A vítima prestou depoimento e informou que levou vários tapas no rosto e nos braços. A vítima se dirigiu até a Central de Flagrantes, onde realizou um boletim de ocorrência por lesão corporal.

Joãozinho – ex-jogador – Janeiro de 2017

O ex-jogador do Cruzeiro, Joãozinho, foi acusado de agredir a própria mãe. Segundo a vítima, ele também machucou a empregada doméstica e quebrou parte do apartamento, em Belo Horizonte. A mãe de Joãozinho também afirmou ter sido por muitas vezes agredida pelo pai dele, que também era jogador.

Erazo – Atlético-MG – Maio de 2017

Frickson Erazo, zagueiro do Atlético-MG, foi acusado de agredir sua esposa. Quando a polícia chegou ao local, a vítima estava com hematomas no rosto. Ela não levou adiante a acusação contra o marido.

 

Enquanto isto, Juninho foi denunciado pelo Ministério Público e aguarda o julgamento em liberdade. Ele pode ser condenado a até um ano e seis meses de prisão. Com a saída de Luxemburgo e o comando passando para as mãos de Daniel Paulista, no fim de outubro, o atacante passou a treinar separado dos demais atletas.

3 Comentários em A dor da mulher que denuncia um jogador: “Disseram que eu só queria dinheiro”

  1. A primeira coisa q tem q fazer é parar com esses jargões cunhados pela cambada safada gramscista (ideólogos de esquerda) q costumam distorcer e jogar uns contra os outros em prol do movimento deles, violência é violência e ponto final, quem morre mais é a população masculina e isso é fácil de constatar em qualquer estatística, é claro q a violência irá “respingar” pra todos os lados e como notadamente o homem possui uma força física maior, o transgressor sabendo disso irá usá-la, o que não pode é esse discursinho de q foi a sociedade q empurrou o camarada a marginalidade, pois podemos escolher independente da condição social nossos caminhos, entre o bem ou mal, e quando a maioria espera q se “torça o pepino” de pequeno ( nas escolas não se pode nem mais reprovar o aluno q é pra não “traumatizá-lo”) imagine o marmanjo cheio dos “direitos dos manos”, q inclusive é fomentado por essa mesma cambada q costuma posar como defensora e q ocupa a maioria dos espaços alardeando serem os paladinos da justiça, quando são os q provocaram o mal com seus venenos e depois acusam a sociedade disso. A primeira coisa q devemos fazer é uma “limpa” nas universidades, nos espaços formativos, mídia etc e tal, pq senão isso irá de mal a pior.

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