Pickles, o ‘cãofrade’ que salvou a Copa de 66

(Photo by Rolls Press/Popperfoto/Getty Images)
Por: Pedro Pereira, MA

Em 1966, a Inglaterra estava em êxtase para a Copa do Mundo. O clima de festa invadiu o país criador do mais apaixonante esporte e, assim como ocorre atualmente, a taça da Copa, o símbolo máximo das conquistas futebolísticas, estava em tour pelo país. A Jules Rimet, troféu que carrega o nome do criador da Copa do Mundo, era exposta no Westminster Central Hall, uma igreja na capital inglesa, quando foi surrupiada durante a visitação aberta ao público no dia 20 de Março. O país entrou em pânico. “Seria esse o maior vexame das Copas, e não ocorreria dentro de campo?” pensavam todos, inclusive as autoridades.

Com toda a situação, os tabloides ingleses não perderam tempo para tecer duras criticas e fazer matérias dramáticas. Quase que no mesmo dia um pedido de resgate foi feito com o valor de 15 mil libras. A polícia não perdeu tempo e foi atrás do ladrão. Porém, o suspeito Edward Betchley não possuía o troféu e era apenas um intermediário. A aflição voltou as ruas de Londres. Após uma semana, e com a taça ainda desaparecida, a reputação britânica ia de mal a pior.

Reprodução/ www;thefa.com
(Foto: Reprodução/TheFA)

Porém, tudo mudou quando David Corbett saiu para passear com seu ‘cãofrade’, Pickles, que por um momento se distanciou e foi para um quintal. Lá, começou a cavar até achar uma sacola onde a taça estava. Seu dono não perdeu tempo e chamou a polícia para informar que havia encontrado o “caneco”. As autoridades chegaram a suspeitar que David era o ladrão, mas tudo foi esclarecido.

Com o grande feito, David foi premiado com 6 mil libras e Pickles recebeu um fornecimento vitalício de ração de um dos patrocinadores do mundial. Por essas e outras NUNCA se deve chutar um cãofrade.

 

Fontes: Maisfutebol, IG

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