Retrospectiva – América do Sul 2016: Dos EUA à Rússia

O melhor do futebol da América do Sul em uma super retrospectiva

(Fonte: Reprodução/laportadacanada.com)
Por: Wagner Ponce, SP | Bruno Gabriel, PR

¡Hola amigos! Después de un año lleno de emociones en todos los lados, vamos a tratar de transmitir a usted todo lo que ha sucedido de esta temporada en América del Sur. ¡Disfrute!

Nessa temporada, o principal torneio entre seleções do nosso continente completou 100 anos e teve em sua história uma edição especial: a Copa América Centenário. A competição que também comemorava os 100 anos da CONMEBOL foi realizada nos EUA, teve várias surpresas e também importância fundamental no futuro de grandes seleções.

Contando com as principais camisas do nosso amado continente, logo na primeira fase vimos que as coisas não seriam fáceis para as mesmas. A tradicionalíssima seleção uruguaia acabou ficando em terceira em seu grupo que contava com: México e Venezuela (classificados) além da convidada Jamaica. Já a nossa seleção, comandada por Dunga, conseguiu fazer vexame maior. Os brasileiros ficaram em terceiro lugar em grupo que havia Peru e Equador (classificados) além do convidado Haiti. A derrota para a seleção peruana culminou na demissão de Dunga e mais à frente na escolha por Tite.

(Foto: HECTOR RETAMAL/AFP/Getty Images)
Brasil x Peru – Copa América Centenário (Foto: HECTOR RETAMAL/AFP/Getty Images)

A competição se desenrolou e as surpresas ficaram mesmo apenas na primeira fase. Argentina e Chile mostraram supremacia na fase decisiva e aplicaram placares históricos. Nas quartas de final os chilenos aplicaram um histórico 7 a 0 no México, dirigido por Osório, enquanto a Argentina aplicou um elástico 4 a 0 na semifinal diante dos anfitriões com uma atuação de gala do craque Messi.

No dia 26 de junho eram colocados frente a frente, pela segunda vez seguida, Argentina e Chile. Era a chance dos hermanos acabarem com um jejum histórico e devolver a derrota na Copa América passada, mas não foi isso que aconteceu. Após uma partida tensa a decisão foi para os pênaltis. E não é que o craque argentino acabou perdendo a penalidade? 4 a 2 para o Chile e festa para os comandados de Antonio Pizzi.

Logo após o jogo, Messi disse que não defenderia mais a seleção argentina e a repercussão, lógico, foi gigante. Tal declaração uniu o povo argentino com o craque do Barcelona, que mais tarde, decidiu voltar atrás de sua decisão em uma nova seleção argentina, agora comandado por Edgardo Bauza.

Diferente do formado em torneio tiro curto da Copa América, as Eliminatórias sul americanas não dão brecha para a sorte. A temporada começou com a seleção brasileira vivendo uma grande baixa, após dois empates no mês de março, contra Uruguai e Paraguai, respectivamente, o time canarinho terminava o primeiro semestre do ano na sexta colocação. Esse resultado deixaria a o time pentacampeão fora da Copa do Mundo da Rússia. Naquela altura, Uruguai, Equador, Chile e Argentina eram as quatro equipes na zona de classificação, com a Colômbia no quinto posto.

Após a Copa América a situação mudaria para algumas seleções, principalmente a brasileira. Argentina, Paraguai, Bolívia e Venezuela também mudaram seus comandantes. Foi nítida a evolução do desempenho da seleção brasileira após essa troca, foram seis vitórias em seis partidas, saindo da sexta colocação para a primeira.

Nossos vizinhos “albirojos” não conseguiram ter a mesma evolução, com a chegada do conhecido Francisco Arce, o Paraguai manteve sua campanha irregular e continuou por todo ano fora da zona de classificação para Rússia. A Bolívia, por sua vez, até conseguiu alguns bons resultados, mas perderam os quatro pontos conquistados diante de Peru e Chile, por ter escalado de forma irregular o jogador Nelson Cabrera. Todo esse imbróglio acabou beneficiando a seleção chilena, que acabou ficando com os três pontos da partida em que acabou derrotada, o que a deixou na quarta colocação ao final da décima segunda rodada, deixando a Argentina em quinto lugar com dezenove pontos e a Colômbia em sexto com dezoito.

Nossos hermanos também não tiveram a mesma sorte que a gente, com Patón Bauza no comando técnico após a Copa América, a seleção argentina venceu apenas um dos seus seis jogos no segundo semestre, mesmo com a volta do seu maior ídolo Lionel Messi. A vitória em sua estreia contra o Uruguai, em casa, pode ter servido apenas para esconder os problemas que a “albiceleste” tinha. Federação sem presidente, ídolos pedindo para deixar a seleção e troca de técnicos, são apenas alguns dos inúmeros problemas eles enfrentaram ao longo do ano.

Foram disputadas doze rodadas, dessa que é uma das eliminatórias mais difíceis do mundo, ou seja, 2/3 de sua totalidade e, nada melhor, do que encerrar a temporada vencendo por 3 a 0 seu maior rival e, ainda, acabando como líder da competição.

Hablando de selecciones de nuestro continente, llegamos a la conclusión de la primera parte de nuestra retrospectiva de América del Sur. La parte siguiente vamos a hablar de las principales ligas de fútbol de nuestro fantástico continente, esta maravillosa tierra de Carlos Valderrama, Marco “El Lobo” Etcheverry y Sebastián “El Loco” Abreu. ¡Espere!

Fontes: Globoesporte.comEspnConmebol

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