SAL 1×0 REM – Salgueiro vence Remo em jogo de pouca criatividade e entra no G-4

Nem a estreia do "senhor Waldemar" foi capaz de dar ritmo de jogo ao remo

O Salgueiro fez valer o favoritismo dentro de casa (Foto: Tv Grande Rio)

Em uma partida marcada pela falta de qualidade técnica, o Salgueiro venceu o Remo por 1 a 0 na noite de segunda-feira (4) e entrou no G-4 do grupo A da Série C, empurrando a equipe paraense para a sexta colocação. A partida, realizada no estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro, encerrou a sétima rodada da competição.

O primeiro tempo mostrou a equipe pernambucana muito mais dominante em campo, com mais posse de bola e armação de jogadas. Essa dominância se concretizou com o gol de Cássio, que logo aos 9 minutos abriu o placar. O Remo, que já não fazia uma boa partida, deixou o adversário jogar livre e não ofereceu resistência durante a primeira metade do jogo.

Nos 45 minutos finais, o Leão parecia disposto a mudar o resultado final da partida, com uma equipe bem mais ofensiva. Os erros de passe, a falta de criação e a total ausência de chutes a gol não permitiu que os visitantes concretizassem sua vontade. O Carcará, mesmo sem oferecer maiores dificuldades, saiu vitorioso dentro de sua própria casa.

Para o Salgueiro o resultado é ótimo, coloca o time no sonhado G-4 antes de uma partida fora de casa contra o lanterna do grupo, o River-PI. O Remo encara a situação oposta tendo que encarar o líder Fortaleza, no Mangueirão, e correndo o risco de cair ainda mais na tabela se não conseguir vencer.

 

FICHA TÉCNICA:
SALGUEIRO 1×0  REMO

Local: Cornélio de Barros
Data: 04/07/2016 – 19h15
Árbitro: Leandro Newley Ferreira Belota (RJ)
Auxiliares: Jucimar dos Santos Dias (BA) e Paulo de Tarso Bregalda Gussen (BA)

SALGUEIRO: Luciano, Tamandaré, Ranieri, Rogério, Rodolfo Potiguar, Daniel, Piauí, Moreilândia, Luiz Paulo, Cássio, Tatu.
Técnico: Evandro Guimarães

REMO: Fernando Henrique, Levy, Henrique, Max, Chicão, Fabiano, Yuri, Wellington Saci, Edno, Eduardo Ramos, Patrick.
Técnico: Waldemar Lemos

 

Texto: Roberto Segundo

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